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De lenhador a dono da própria loja

A história da Gilmar Veículos começou muito antes da loja existir. Começou com um menino cortando lenha em Bocaiúva do Sul.

1996 trinta anos 2026
Gilmar jovem no pasto, ao lado de uma vaca, na roça em Bocaiúva do Sul
Gilmar sorrindo, de camisa azul, num evento na loja

Arquivo de família · da roça em Bocaiúva do Sul
à loja que ele construiu.

Existe uma versão curta desta história: em 1996 abriu uma revenda de carros em Campina Grande do Sul, e ela deu certo. Mas a versão curta não explica nada.

Gilmar nasceu em Bocaiúva do Sul, numa família simples, com poucos recursos e muitos valores. Trabalho, honestidade e responsabilidade não eram discurso: eram a única coisa que havia de sobra em casa.

Ainda menino, trabalhava no corte de lenha para ajudar a família. Aos doze anos perdeu o pai e teve que amadurecer de uma vez, ajudando a cuidar dos irmãos mais novos. Durante parte da juventude, a família viveu na roça, numa realidade dura e com pouquíssimas oportunidades.

A primeira tentativa de ter algo próprio foi uma padaria no bairro. Não prosperou. Ficou o aprendizado de que nem toda tentativa dá resultado imediato, mas toda tentativa ensina alguma coisa sobre a próxima.

O convite

A oportunidade que mudou o caminho

Algum tempo depois, já morando em Curitiba, uma conversa informal mudou o rumo de tudo. Um lojista comentou de passagem que precisava de alguém para lavar os veículos da loja. Gilmar aceitou na hora.

Foi assim que ele entrou no setor automotivo:
como lavador de carros.

Lavando carro, começou a observar. Começou a apresentar os veículos para quem chegava, a explicar, a conversar. O jeito simples, a facilidade com as pessoas e, principalmente, a confiança que passava fizeram o resto. De lavador, virou vendedor.

Anos trabalhando e guardando dinheiro depois, comprou o terreno na esquina da BR, em Campina Grande do Sul, e abriu a própria loja. Um dia ele ainda voltaria ao ponto onde tinha começado lavando carros, mas essa parte da história vem mais adiante.

Placa antiga da Gilmar Veículos, com telefone de seis dígitos
A primeira placaTelefone de seis dígitos, 679-1277: o mesmo número de hoje, antes do 3 ser acrescentado.
Fachada da loja à noite com letreiro iluminado
Compra · venda · troca · financia · consignaO letreiro já dizia tudo o que a loja faz. Isso não mudou.
A loja não nasceu pronta.

Ela foi construída aos poucos.

Cada ampliação foi uma etapa: mais espaço, mais veículos, mais clientes, mais gente na equipe. E nem toda etapa foi para a frente. As fotos contam isso melhor do que qualquer texto, porque a maioria foi tirada do mesmo ângulo, com anos de diferença.

Vista aérea da loja em 2001, com terreno de terra vermelha na esquina da BR

Registro mais antigo2001

A loja abriu em 1996, mas a foto mais antiga que existe é de 2001. Terra vermelha em volta, uma fileira de carros e uma casa simples de madeira que era loja e escritório ao mesmo tempo. Os cinco primeiros anos sobreviveram só na memória.

Vista aérea da loja em agosto de 2007, com pátio de brita

Agosto2007

Seis anos depois, o pátio ainda era de brita, mas já cabia o dobro de carros. Foi nesse tempo que Gilmar construiu a casa para a família.

Fachada da filial em Curitiba, com letreiro azul da Gilmar

Curitiba2008 / A filial

Anos depois, Gilmar voltou ao lugar onde tinha começado lavando carros e comprou o ponto. Abriu ali a filial. Dois anos depois ela fechou. Ficou o aprendizado, e a certeza de que o lugar dele era em Campina Grande do Sul.

Vista aérea da loja em janeiro de 2010, com pátio asfaltado

Janeiro2010

Pátio asfaltado, grade branca, o dobro de veículos de novo. A placa amarela na beira da pista já anunciava o 3679-1277.

Vista aérea da loja em julho de 2020, com o pátio cheio de veículos

Julho2020

Dez anos separam esta foto da anterior. No intervalo, a loja seguiu crescendo em estoque, em espaço e no número de clientes atendidos.

Vista aérea atual da loja, com o pátio ampliado e mais de cem veículos

Hoje2026

Pátio ampliado, mais de cem veículos expostos, estúdio próprio para as fotos e presença forte nos canais digitais. A mesma esquina da terra vermelha de 2001, com a simplicidade do começo.

A marca

A loja mudou de cara. De nome, nunca.

Placa de revenda não é enfeite. É o que o motorista lê da pista, de relance, a caminho de outro lugar. Por isso ela demora a mudar: quando o cliente já sabe de longe onde fica a Gilmar, mexer na placa é quase mexer no endereço.

Placa antiga da Gilmar Veículos, fundo azul com letras amarelas e um conversível prateado
2008 — 2022 · a primeira marcaFundo azul, letras amarelas e, do lado, um conversível que funcionava como convite. Embaixo, o que a loja fazia em cinco palavras: compra, vende, troca, financia, consigna. E o telefone, 3679-1277, o mesmo que atende hoje. Essa marca atravessou catorze anos. Mudou de tamanho, mudou de lugar, ganhou versão para cada coisa que a loja precisou imprimir, e envelheceu junto com quem passava por ali todo dia.

A placa azul nunca deixou de funcionar. A loja é que ficou maior do que ela.

Em 2022 o pátio já tinha outro tamanho, e o cliente já chegava por outro caminho. Vinha pelo celular, pelo Instagram, por uma busca no Google, muito antes de passar de carro em frente. A marca precisava caber na tela pequena, no adesivo, no fundo da foto do estúdio, e continuar sendo reconhecida por quem sempre soube onde a loja fica. Trocar não foi apagar o começo: foi dar à loja a cara do tamanho que ela tinha alcançado.

Marca nova da Gilmar Veículos, escudo com a letra G em dourado sobre fundo preto
2022 · a marca novaMesmo nome, outro traço. O escudo com o G, o dourado no lugar do amarelo, o preto no lugar do azul. Nada do que a loja faz mudou. Mudou o jeito de dizer.
Marca nova acesa em led no alto da loja, à noite, com neblina
Hoje · acesa na fachadaEm cima da loja, acesa, visível da pista quando anoitece. A mesma esquina, o mesmo telefone, a mesma família.

Entre a placa azul e a luz que está lá hoje,
a única coisa que nunca precisou mudar foi o nome no meio.

Sempre foi assim

Motos, desde o começo

Muita gente conhece a Gilmar pelos carros, mas moto sempre esteve aqui. Nas fotos antigas elas aparecem encostadas no canto do salão, ao lado dos carros. Hoje têm sala própria, com as elétricas incluídas.

Motos antigas expostas no salão da loja
OntemAs motos dividindo espaço com os carros, no salão antigo.
Sala de motos atual, com modelos esportivos e de trabalho
HojeSala exclusiva, do trabalho ao esportivo, com scooters elétricas.
Tio e sobrinho sobre uma moto Honda, no salão da loja
Arquivo de famíliaTio e sobrinho na Honda, no salão da loja. O menino da foto trabalha aqui hoje.
Fila de motos na sala exclusiva da loja, da Titan às esportivas
A fila de hojeDa Titan de trabalho à esportiva, alinhadas na sala das motos.
O pátio era o quintal

Os filhos cresceram aqui dentro

Nas fotos de família aparece o mesmo cenário de sempre: brita, carro e criança. Quem brincava de carrinho na brita do pátio é quem hoje atende no balcão. A empresa continua familiar, e isso não é frase de folheto: é o que as fotos mostram.

Criança brincando com carrinho na brita do pátio
Carrinho na brita, enquanto o pátio ainda estava sendo feito.
Pátio em obras com montes de brita
O pátio em obra, um monte de brita por vez.
Dois irmãos ao lado de uma picape no pátio
Os dois irmãos, posando ao lado da picape do dia.
Criança brincando no piso do salão da loja
Brincando no salão, com o escritório ao fundo.
Escritório

Onde o financiamento era assinado

O primeiro escritório era uma sala pequena com bancada de granito, um cartaz de financeira na parede e uma cadeira de cada lado. A negociação era ali, olho no olho, com papel e caneta.

Primeiro escritório da loja, com cartaz de financeira na parede
O primeiro escritórioA bancada de granito e o cartaz da financeira, quando cada aprovação era negociada por telefone.
Segundo escritório, com quadro da Gilmar Veículos na parede
O segundo escritórioMesa maior, computador e o quadro da Gilmar Veículos na parede.
Pátio lotado de carros em dia de movimento, com o balão inflável na entrada
Dia de movimentoO pátio lotado, carro encostado em carro.
Clientes e equipe reunidos em evento na loja
Feirão em Campina Grande do SulCliente sentado, cadeira de plástico, café na mesa. A loja sempre foi ponto de encontro.

De lenhador a lavador.
De lavador a vendedor.
De vendedor a dono do próprio negócio.

Essa é a história da Gilmar Veículos. Uma empresa construída por uma família, movida pelo trabalho, que continua na mesma rua onde começou.

E hoje,

a mesma loja, outro tamanho

Gilmar continua na loja, ao lado dos filhos e de uma equipe de vendedores e profissionais que cuidam da preparação de cada veículo. Mais do que vender carro, a ideia continua sendo a mesma do começo: trabalhar com honestidade, respeitar quem chega e construir relação que dura.

Ao mesmo tempo, a loja segue investindo em estrutura, atendimento e tecnologia, sem perder a simplicidade que marcou o início. Todo veículo passa pela oficina própria antes de ir para o pátio, e todos são periciados com laudo cautelar.

Estamos a quinze minutos de Curitiba, o que faz da loja uma parada natural para quem procura seminovo na região metropolitana sem pagar preço de capital.

Equipe da Gilmar Veículos na recepção, com o certificado de destaque empresarial
ReconhecimentoA equipe na recepção, com o certificado de destaque empresarial na categoria loja de veículos.
Recepção atual da loja, com logotipo na parede e motos ao fundo
A recepção hojeO mesmo terreno da foto de 2007, trinta anos depois do primeiro carro lavado.
Salão de motos atual
Salão de motos, com o balcão de atendimento ao fundo.
Scooters elétricas expostas na loja
As elétricas, o capítulo mais novo de uma loja de trinta anos.
Desde 1996Aberta na mesma rua
onde estamos até hoje
+12.000Veículos entregues
para a região
OficinaRevisão preventiva
em oficina própria
LaudoTodos os veículos com
laudo cautelar detalhado